A diástase é a separação dos músculos retos do abdome, e na maioria dos casos ela vem acompanhada de uma hérnia umbilical. As duas se corrigem na mesma cirurgia. Aqui isso é feito por via robótica, por um cirurgião do aparelho digestivo e da parede abdominal, não por cirurgia plástica.
A equipe analisa cada solicitação e responde pelo WhatsApp.
A barriga que não volta depois da gestação é o sinal que aparece no espelho. Os que trazem a paciente ao consultório costumam ser estes:
Barriga que continua projetada mesmo com peso normalizado, treino em dia e dieta em ordem. Músculo afastado não se aproxima com abdominal.
Um caroço que aparece ao tossir, levantar peso ou ficar em pé, e some ao deitar. É a hérnia umbilical, muito comum junto da diástase.
Com os retos afastados, o abdome perde a função de cinta e a coluna assume a carga. A dor lombar crônica é queixa frequente.
Sensação de instabilidade no tronco, dificuldade em exercício de prancha e em carregar peso.
Distensão, sensação de estufamento e alteração do trânsito intestinal aparecem em parte dos casos.
Hérnia umbilical pode encarcerar, que é quando o conteúdo fica preso e vira urgência cirúrgica. É o que muda a conversa de estética para indicação médica.
Diástase sem hérnia e sem repercussão funcional pode ter conduta conservadora, com fisioterapia do assoalho pélvico e do core. A avaliação existe para separar um caso do outro.
Não é cirurgia plástica.
É cirurgia da parede abdominal.
Abdominoplastia é cirurgia plástica: trata pele e gordura, e pode incluir a aproximação dos músculos. A correção da diástase por via robótica é cirurgia da parede abdominal: trata a musculatura e a hérnia por dentro, com reforço definitivo, sem a incisão longa de quadril a quadril.
O Dr. Fábio é cirurgião do aparelho digestivo e da parede abdominal. Quando o caso também pede tratamento de pele em excesso, a cirurgia plástica entra em conjunto, com o especialista da área, e isso é definido na avaliação.
O anel umbilical fica exatamente no meio da linha que se abre na diástase. Por isso hérnia umbilical e diástase costumam ser o mesmo problema em dois pontos, e corrigir só a hérnia, sem tratar a diástase, tem taxa de recidiva maior.
Na mesma cirurgia se fecha a diástase, se corrige a hérnia e se reforça a parede. Uma anestesia, uma internação, um período de recuperação.
Por via robótica, com pequenas incisões e visão tridimensional ampliada. O robô não opera sozinho: ele é o instrumento que dá ao cirurgião precisão de movimento que a mão não alcança dentro do abdome.
| Etapa | O que acontece | Por que importa |
|---|---|---|
| Acesso | Poucas incisões de cerca de 8 mm, sem o corte transversal longo da abdominoplastia. | Menos dor no pós-operatório e cicatriz discreta. |
| Correção da hérnia | O conteúdo herniário é reduzido e o defeito do anel umbilical é fechado. | Resolve a saliência e o risco de encarceramento. |
| Fechamento da diástase | Os músculos retos são aproximados e suturados na linha média, por dentro. | Devolve ao abdome a função de cinta, que é o que alivia a lombar. |
| Reforço | Tela de reforço posicionada quando há indicação, conforme o tamanho do defeito. | Reduz a chance de a parede abrir de novo. |
A técnica exata, o uso ou não de tela e a via de acesso são decisões do caso, tomadas na avaliação com exame físico e exame de imagem. Nem toda diástase tem indicação cirúrgica.
Cirurgia minimamente invasiva não significa cirurgia pequena. A parede abdominal foi reconstruída e precisa de tempo para consolidar.
Em geral uma noite no hospital. Alta no dia seguinte na maior parte dos casos, com orientação escrita e contato direto com a equipe.
Caminhada leve em casa desde o primeiro dia, cinta abdominal conforme orientação, sem esforço e sem dirigir. Retorno em 7 dias.
Volta ao trabalho de escritório costuma acontecer nesse intervalo. Trabalho com esforço físico espera mais.
Liberação progressiva para atividade física, sempre por etapas e com liberação em consulta.
Retorno de consolidação. É quando se avalia o resultado funcional com calma, já com a parede cicatrizada.
Os prazos acima são a referência da nossa rotina e valem para o caso sem intercorrência. O seu plano de retorno é definido na consulta e revisto a cada retorno.

Dr. Fábio Faleiro é cirurgião do aparelho digestivo e da parede abdominal, com atuação dedicada em cirurgia robótica. Atende em Goiânia e em São Paulo, e opera em hospitais de referência nas duas cidades.
Na correção da diástase e da hérnia umbilical, a conduta é a mesma de sempre: operar quem tem indicação, explicar o que a cirurgia resolve e o que ela não resolve, e acompanhar de perto até a alta.
A consulta acontece no consultório. A cirurgia acontece em hospital, definido na avaliação conforme o caso e a agenda cirúrgica.
Alameda Coronel Eugênio Jardim, 153, Setor Marista, Goiânia, GO, 74175-100.
Av. T-4, 1478, Ed. Absolut Business Style, Salas 183 a 185, Setor Bueno, Goiânia, GO, 74230-030. Atendimento em dias selecionados.
Em Goiânia, no Einstein Marista e no MaterDei. Em São Paulo, no Hospital Nove de Julho e no Blanc Hospital. A definição do hospital é feita na avaliação, conforme o caso e a agenda cirúrgica.
Preencha as informações abaixo. A equipe analisa cada solicitação e responde pelo WhatsApp com os próximos passos. O atendimento é exclusivamente particular.
Não. Diástase sem hérnia associada e sem repercussão funcional pode ser tratada de forma conservadora, com fisioterapia do core e do assoalho pélvico. A cirurgia entra quando há hérnia associada, quando o afastamento é grande ou quando existe dor e perda de função que não respondem ao tratamento conservador. A indicação é definida em avaliação presencial, com exame físico e exame de imagem.
Abdominoplastia é cirurgia plástica e trata principalmente pele e gordura em excesso, com uma incisão longa na parte baixa do abdome. A correção robótica da diástase é cirurgia da parede abdominal: trata a musculatura afastada e a hérnia por dentro, com pequenas incisões. Quando o caso tem também excesso de pele, os dois procedimentos podem ser combinados, com o cirurgião plástico atuando em conjunto.
Não, mas costumam vir juntas. A diástase é o afastamento dos músculos retos do abdome. A hérnia umbilical é a saída de conteúdo por um defeito no anel do umbigo, que fica no meio dessa linha afastada. Corrigir apenas a hérnia sem tratar a diástase associada aumenta a chance de o problema voltar, e por isso as duas são tratadas na mesma cirurgia.
A internação costuma ser de uma noite. A volta ao trabalho de escritório acontece em geral entre duas e quatro semanas. A liberação para atividade física é progressiva e costuma se completar entre 30 e 45 dias, sempre confirmada em consulta. Trabalho com esforço físico exige prazo maior.
Na via robótica são poucas incisões de aproximadamente 8 mm, distribuídas no abdome, em vez do corte longo transversal usado na abdominoplastia. O aspecto final da cicatriz varia conforme a pele e a cicatrização de cada pessoa.
A recomendação é concluir o planejamento de gestação antes da correção. Uma nova gravidez distende de novo a parede abdominal e pode desfazer o resultado da cirurgia. Isso é conversado na avaliação.
O atendimento do Dr. Fábio é exclusivamente particular, sem credenciamento a convênios. Você recebe todos os documentos fiscais do atendimento e a solicitação de eventual reembolso é feita por você diretamente com o seu plano, conforme as regras do seu contrato.
Em Goiânia, no Einstein Marista e no MaterDei. Em São Paulo, no Hospital Nove de Julho e no Blanc Hospital. A definição do hospital é feita na avaliação, conforme o caso e a agenda cirúrgica.
Não é obrigatório. A avaliação parte do zero e inclui o pedido dos exames necessários. Se você já tem ultrassonografia ou tomografia da parede abdominal recentes, leve, porque isso acelera a definição da conduta.
Ficou com uma dúvida que não está aqui? Chame a equipe no WhatsApp pelo botão verde ao lado.
Cirurgia do aparelho digestivo e da parede abdominal, com a robótica como primeira escolha sempre que o caso permite.
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