A cirurgia entra quando o tratamento clínico do peso e das doenças associadas já foi conduzido com critério e não se sustentou. Não é o primeiro passo, e não é o último recurso: é a ferramenta certa para um perfil específico de paciente, definido em avaliação.
A equipe analisa cada solicitação e responde pelo WhatsApp.
Quase ninguém chega ao consultório pedindo cirurgia. Chega depois de anos de tentativa. Estes são os cenários mais comuns:
Perdeu peso com a medicação, parou, e recuperou. O ciclo se repetiu mais de uma vez, com acompanhamento e sem resultado durável.
Doses crescentes de medicação e hemoglobina glicada que não chega ao alvo, mesmo com adesão ao tratamento.
Hipertensão, apneia do sono, esteatose hepática, doença articular e dislipidemia convivendo ao mesmo tempo.
Índice de massa corporal dentro dos critérios reconhecidos, isolado ou combinado com doença associada.
Reganho importante depois de uma cirurgia feita há anos, com necessidade de avaliar revisão.
Quando outro tratamento depende da perda de peso para ser possível, como em algumas indicações ortopédicas e de transplante.
Nenhum desses itens indica cirurgia sozinho. A indicação é clínica, individual, e considera história, exames, avaliação multiprofissional e o que já foi tentado antes.
A cirurgia não substitui o tratamento clínico.
Ela entra quando o tratamento clínico já foi feito.
O Dr. Fábio conduz o eixo metabólico e cirúrgico do programa de emagrecimento da Lumini Privilège. Isso significa que a mesma avaliação que pode indicar a cirurgia também conduz a alternativa clínica: painel laboratorial, composição corporal, terapia incretínica quando há indicação, proteção de massa magra e acompanhamento contínuo.
Ter as duas rotas na mesma mão muda a conversa. A cirurgia deixa de ser a única saída oferecida e passa a ser uma decisão comparada.
O efeito da cirurgia não se resume à redução do estômago. Ela altera sinais hormonais do trato digestivo que participam da regulação da saciedade, da glicemia e do gasto energético, e é isso que explica a melhora do diabetes tipo 2 em muitos pacientes, muitas vezes antes da maior parte da perda de peso.
Por isso o nome que descreve o procedimento é Cirurgia Metabólica: o alvo é a doença metabólica, e o peso é uma das consequências tratadas.
Não existe técnica melhor em abstrato. Existe a técnica certa para o seu caso, definida por história clínica, exames, doenças associadas e endoscopia.
| Técnica | O que faz | Perfil em que costuma ser considerada |
|---|---|---|
| Gastrectomia vertical (sleeve) | Reduz o volume do estômago, com efeito hormonal sobre a saciedade. | Procedimento mais simples, sem desvio intestinal. Refluxo importante pesa contra. |
| Bypass gástrico | Reduz o volume gástrico e cria um desvio no trânsito intestinal. | Bom controle do refluxo e resposta consistente no diabetes tipo 2. |
| SADI-S | Associa a gastrectomia vertical a um desvio intestinal único. | Considerado em casos selecionados e em algumas revisões de cirurgia anterior. |
| Revisional | Corrige ou converte uma cirurgia feita anteriormente. | Reganho significativo ou complicação de procedimento prévio. |
Todas podem ser realizadas por via robótica, com pequenas incisões, visão tridimensional e maior precisão de sutura. A via de acesso e a técnica são definidas na avaliação, não pelo pedido do paciente.
A cirurgia é um dia. O tratamento é o que vem depois dele, e é o acompanhamento que sustenta o resultado a longo prazo.
Avaliação multiprofissional antes da data: exames, endoscopia, avaliação nutricional, psicológica e cardiológica conforme o caso.
Em geral de um a dois dias, conforme a técnica e a evolução.
Progressão de dieta em fases, líquida, pastosa e sólida, com orientação nutricional a cada etapa. Caminhada leve desde cedo.
Retorno gradual à rotina e ao exercício, com liberação por etapas em consulta.
Consultas e exames de rotina por anos, com reposição de vitaminas conforme prescrição e monitoramento das doenças associadas.
Os prazos acima são a referência da nossa rotina e valem para o caso sem intercorrência. O seu plano de retorno é definido na consulta e revisto a cada retorno.

Dr. Fábio Faleiro é cirurgião do aparelho digestivo e da parede abdominal, com atuação dedicada em cirurgia robótica. Atende em Goiânia e em São Paulo, e opera em hospitais de referência nas duas cidades.
Na Cirurgia Metabólica, a conduta é a mesma de sempre: indicar quem tem indicação real, explicar o que muda e o que exige do paciente para o resto da vida, e acompanhar de perto cada fase.
A consulta acontece no consultório. A cirurgia acontece em hospital, definido na avaliação conforme o caso e a agenda cirúrgica.
Alameda Coronel Eugênio Jardim, 153, Setor Marista, Goiânia, GO, 74175-100.
Av. T-4, 1478, Ed. Absolut Business Style, Salas 183 a 185, Setor Bueno, Goiânia, GO, 74230-030. Atendimento em dias selecionados.
Em Goiânia, no Einstein Marista e no MaterDei. Em São Paulo, no Hospital Nove de Julho e no Blanc Hospital. A definição do hospital é feita na avaliação, conforme o caso e a agenda cirúrgica.
Preencha as informações abaixo. A equipe analisa cada solicitação e responde pelo WhatsApp com os próximos passos. O atendimento é exclusivamente particular.
A indicação considera o índice de massa corporal, a presença de doenças associadas como diabetes tipo 2, hipertensão e apneia do sono, e o histórico de tratamento clínico já realizado. Nenhum desses fatores indica cirurgia isoladamente. A definição é feita em avaliação presencial, com exames e parecer da equipe multiprofissional.
Em parte dos pacientes, sim, e é por isso que o tratamento clínico vem antes. A medicação conduzida por médico, com proteção de massa magra e plano de manutenção, resolve muitos casos. A cirurgia é considerada quando esse caminho já foi feito com critério e o resultado não se sustentou, ou quando a doença associada exige uma resposta que a medicação não deu.
A gastrectomia vertical, ou sleeve, reduz o volume do estômago sem desviar o trânsito intestinal. O bypass gástrico reduz o volume e cria um desvio no intestino. O bypass costuma ser preferido quando há refluxo importante e tende a ter resposta mais consistente no diabetes tipo 2. A escolha é individual e depende de exames, incluindo endoscopia.
A palavra correta é remissão, não cura. Muitos pacientes reduzem ou suspendem a medicação e mantêm a glicemia controlada por anos, e essa melhora costuma começar antes da maior parte da perda de peso. A resposta varia conforme o tempo de doença, o uso de insulina e a reserva pancreática, e o acompanhamento continua depois da cirurgia.
A internação costuma ser de um a dois dias. A dieta progride em fases nas primeiras semanas, com orientação nutricional a cada etapa. O retorno à rotina e ao exercício é gradual ao longo dos primeiros 30 a 90 dias, sempre com liberação em consulta.
Existe avaliação para cirurgia revisional. Antes disso é preciso entender a causa do reganho, que pode ser anatômica, hormonal, comportamental ou uma combinação delas. Nem todo reganho se resolve com nova cirurgia, e parte dos casos tem melhor resposta com tratamento clínico conduzido.
A reposição vitamínica faz parte do tratamento e é prescrita conforme a técnica realizada e os exames de acompanhamento. Técnicas com desvio intestinal exigem atenção maior. Esse acompanhamento é vitalício e é parte do que sustenta o resultado.
O atendimento do Dr. Fábio é exclusivamente particular, sem credenciamento a convênios. Você recebe todos os documentos fiscais do atendimento e a solicitação de eventual reembolso é feita por você diretamente com o seu plano, conforme as regras do seu contrato.
Em Goiânia, no Einstein Marista e no MaterDei. Em São Paulo, no Hospital Nove de Julho e no Blanc Hospital. A definição do hospital é feita na avaliação, conforme o caso e a agenda cirúrgica.
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Cirurgia do aparelho digestivo e da parede abdominal, com a robótica como primeira escolha sempre que o caso permite.
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