A cirurgia de vesícula, a colecistectomia, é a retirada da vesícula biliar, indicada quando o cálculo já provocou sintomas, na colecistite e no pólipo com critério cirúrgico. Aqui ela é feita por via robótica ou videolaparoscopia, por um cirurgião do aparelho digestivo, e o planejamento do acesso faz parte da técnica: com furinhos que ficam escondidos pela linha do biquíni, sempre que o caso permite.
A equipe analisa cada solicitação e responde pelo WhatsApp.
A cirurgia resolve o problema do mesmo jeito.
O que muda é onde ficam as marcas.
Não existe cirurgia para tirar só a pedra: a vesícula que forma cálculo continuaria formando. A colecistectomia retira o órgão com os cálculos dentro, e a digestão segue normal.
Esperar tem custo: cálculo sintomático tende a virar colecistite e urgência. A cirurgia eletiva, marcada no momento certo, permite planejar tudo, inclusive a posição dos acessos.
No posicionamento tradicional, os furinhos ficam na parte alta do abdome, à mostra com roupa de banho. Aqui, eles vão para a parte baixa, escondidos pelo biquíni ou pela roupa íntima: o caminho para quem precisa retirar a vesícula e não quer marcas à mostra.
Não é uma cirurgia estética: o cuidado com a marca é consequência do planejamento do acesso, não o objetivo. Quem opera é o cirurgião do aparelho digestivo, com a segurança da via biliar em primeiro lugar.


Essa é a parte que precisa ser dita com clareza. Colecistite aguda, aderências de cirurgia abdominal anterior e anatomia difícil podem exigir o posicionamento convencional dos acessos, e essa decisão é tomada durante o ato cirúrgico, conforme o que o cirurgião encontra. A segurança define a posição dos furinhos, nunca o contrário. É assim que o Dr. Fábio apresenta a técnica na consulta, antes da cirurgia.
Por via robótica, que é a primeira escolha aqui sempre que o caso permite, ou por videolaparoscopia, o padrão consagrado para a vesícula. Pequenas incisões, câmera de alta definição e o abdome fechado ao final da mesma anestesia. A diferença começa antes do corte: no planejamento de onde cada acesso vai ficar.
| Etapa | O que acontece | Por que importa |
|---|---|---|
| Planejamento dos acessos | Antes do corte, define-se onde cada furinho vai ficar. Quando o caso permite, os três acessos vão para a parte baixa do abdome: um no centro e um de cada lado, abaixo da linha do biquíni. | As marcas ficam fora do campo de visão, escondidas pela roupa. |
| Acesso | Incisões de poucos milímetros, sem corte grande. Com o planejamento estético do acesso, são três furinhos. | Menos dor, marcas discretas e recuperação mais rápida. |
| Identificação segura | As estruturas do pedículo biliar são expostas e conferidas antes de qualquer secção. | É a etapa que protege o canal biliar principal. |
| Retirada | A vesícula é separada do fígado e removida inteira, com os cálculos dentro. | Resolve a causa, não só o sintoma. |
| Revisão | Checagem final da via biliar e do leito hepático, com colangiografia quando há indicação. | Nenhum cálculo esquecido no canal. |
A via de acesso, a posição dos furinhos e os exames no ato são decisões do caso, tomadas na avaliação com ultrassom e exames de sangue e confirmadas durante a cirurgia. Colecistite em curso muda o plano e a urgência.


Pedra na vesícula é um achado comum de ultrassom. O que define a cirurgia não é a pedra: é o comportamento dela. Estes são os cenários que trazem o paciente ao consultório:
Dor forte na parte superior direita do abdome, em geral depois de refeição gordurosa, que pode durar horas e irradiar para as costas. É o sintoma clássico do cálculo.
Depois da primeira crise, novas crises são a regra, não a exceção. Cálculo sintomático tem indicação de cirurgia.
A inflamação aguda da vesícula: dor contínua, febre e sensibilidade no lado direito. É urgência e costuma entrar pelo pronto-socorro.
Pólipos maiores ou que crescem em exames seguidos têm indicação cirúrgica pelo risco que carregam ao longo do tempo.
Quando o cálculo migra e obstrui, o pâncreas inflama. Quem já teve pancreatite por cálculo tem indicação de operar a vesícula.
Pele amarelada, urina escura e exames alterados podem indicar cálculo no canal biliar, que exige tratamento específico antes ou junto da cirurgia.
A colecistectomia eletiva é uma das cirurgias de recuperação mais rápida do aparelho digestivo, e o posicionamento dos acessos abaixo da linha do biquíni não muda essa curva.
Alta em geral no mesmo dia ou na manhã seguinte, com orientação escrita e contato direto com a equipe.
Caminhada leve desde o primeiro dia, dieta progressiva e analgesia simples. A maior parte do desconforto é nos pontos das incisões e cede rápido.
Em cerca de 5 a 7 dias, a maioria está totalmente recuperada e de volta à vida habitual, incluindo o trabalho. Sem esforço físico e sem carregar peso nesse período.
Liberação progressiva para exercício, por etapas e confirmada em consulta.
Não existe dieta definitiva depois da vesícula: a gordura volta ao cardápio de forma gradual, conforme a tolerância de cada um.
Os prazos acima são a referência da rotina eletiva sem intercorrência. Colecistite operada na urgência tem outra curva, definida caso a caso.

Dr. Fábio Faleiro é cirurgião do aparelho digestivo e da parede abdominal, com atuação dedicada em cirurgia robótica. Atende em Goiânia e em São Paulo, e opera em hospitais de referência nas duas cidades.
Na cirurgia de vesícula, o cuidado estético está no planejamento do acesso, não numa cirurgia estética: são dezenas de casos operados com os furinhos na parte baixa do abdome. Quem opera é o cirurgião do aparelho digestivo, e a conduta é a mesma de sempre: operar quem tem indicação, explicar o que a cirurgia resolve e o que ela não resolve, e acompanhar de perto até a alta.
A consulta acontece no consultório. A cirurgia acontece em hospital, definido na avaliação conforme o caso e a agenda cirúrgica.
Alameda Coronel Eugênio Jardim, 153, Setor Marista, Goiânia, GO, 74175-100.
Av. T-4, 1478, Ed. Absolut Business Style, Salas 183 a 185, Setor Bueno, Goiânia, GO, 74230-030. Atendimento em dias selecionados.
Em Goiânia, no Einstein Marista e no MaterDei. Em São Paulo, no Hospital Nove de Julho e no Blanc Hospital. A definição do hospital é feita na avaliação, conforme o caso e a agenda cirúrgica.
Minha experiência com toda a equipe tem sido maravilhosa desde o primeiro atendimento. Fui recebida com muito carinho, atenção e profissionalismo. O Dr. Fábio Faleiro e toda a equipe são extremamente atenciosos, prestativos e sempre dispostos a esclarecer cada dúvida, o que me deixou muito mais tranquila e confiante durante todo o processo.
Médico maravilhoso, encantador, muito humano, exerce a profissão dele incrivelmente bem, não tenho palavras pra descrever o quanto sou grata. E toda sua equipe maravilhosa, muito atenciosa com seus pacientes. Eu faria tudo de novo com eles, por toda segurança que me passaram…
Fui muito bem atendida na consulta. O médico foi atencioso, explicou tudo com clareza e me deixou bem à vontade para tirar dúvidas. Saí da consulta mais tranquila e confiante no tratamento. Recomendo!
Preencha as informações abaixo. A equipe analisa cada solicitação e responde pelo WhatsApp com os próximos passos. O atendimento é exclusivamente particular.
Quando já provocou sintoma: cólica biliar, colecistite, pancreatite ou icterícia. Cálculo que nunca deu sintoma é avaliado caso a caso, considerando tamanho, parede da vesícula e condições do paciente. A indicação é definida em consulta, com ultrassom e exames de sangue.
Não. Dieta com menos gordura reduz as crises, mas não dissolve o cálculo, e os medicamentos dissolutivos têm papel muito restrito e alta recorrência. O tratamento definitivo do cálculo sintomático é a retirada da vesícula.
Quando o Dr. Fábio planeja os acessos pela linha do biquíni, são três furinhos na parte baixa do abdome: um no centro e um de cada lado, escondidos pela roupa de banho ou pela roupa íntima. No posicionamento convencional, as pequenas incisões ficam distribuídas na parte alta do abdome. A cirurgia aberta ficou reservada a situações específicas, como inflamações graves ou cirurgias abdominais prévias extensas.
A colecistectomia eletiva costuma durar entre 40 minutos e uma hora e meia, variando com a anatomia e o grau de inflamação. Colecistite aguda pode levar mais tempo.
A cirurgia é a mesma colecistectomia, com as mesmas etapas de segurança: identificação das estruturas do pedículo biliar antes de qualquer secção e revisão da via biliar ao final. O que muda é a posição dos acessos, definida no planejamento. A recuperação é a mesma: em cerca de 5 a 7 dias, a maioria está de volta à vida habitual. Quando o caso não permite o posicionamento baixo, o cirurgião usa a posição convencional: a segurança define a posição dos furinhos, nunca o contrário.
Para a grande maioria, não. A bile continua sendo produzida pelo fígado e chega ao intestino de forma contínua. Nas primeiras semanas parte das pessoas nota fezes mais soltas com refeições gordurosas, o que tende a se ajustar com o tempo.
As marcas existem, mas podem ficar fora do campo de visão. Na colecistectomia robótica com o acesso planejado pela linha do biquíni, os furinhos vão para a parte baixa do abdome e ficam escondidos pela roupa de banho ou pela roupa íntima. Nem todo caso permite esse posicionamento: colecistite aguda, aderências de cirurgia anterior e anatomia difícil podem exigir a posição convencional, e a decisão final é tomada durante a cirurgia, com a segurança em primeiro lugar.
Cálculo no colédoco, a coledocolitíase, exige tratamento próprio, em geral por endoscopia antes ou depois da cirurgia, ou abordagem no mesmo ato quando há indicação. É uma das razões de a avaliação incluir exames de sangue e, quando preciso, ressonância das vias biliares.
O atendimento aqui é exclusivamente particular, sem convênio em nenhuma situação. O orçamento do tratamento é apresentado depois da avaliação, quando a indicação e a via cirúrgica estão definidas.
Cirurgia do aparelho digestivo e da parede abdominal, com a robótica como primeira escolha sempre que o caso permite.
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