Dr. Fábio Faleiro, cirurgia digestiva robótica e parede abdominal

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Goiânia e São Paulo · Colecistectomia robótica

Cirurgia de Vesícula em Goiânia

A cirurgia de vesícula, a colecistectomia, é a retirada da vesícula biliar, indicada quando o cálculo já provocou sintomas, na colecistite e no pólipo com critério cirúrgico. Aqui ela é feita por via robótica ou videolaparoscopia, por um cirurgião do aparelho digestivo, e o planejamento do acesso faz parte da técnica: com furinhos que ficam escondidos pela linha do biquíni, sempre que o caso permite.

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A cirurgia resolve o problema do mesmo jeito.
O que muda é onde ficam as marcas.

A cirurgia é a mesma, e resolve a causa

Não existe cirurgia para tirar só a pedra: a vesícula que forma cálculo continuaria formando. A colecistectomia retira o órgão com os cálculos dentro, e a digestão segue normal.

Esperar tem custo: cálculo sintomático tende a virar colecistite e urgência. A cirurgia eletiva, marcada no momento certo, permite planejar tudo, inclusive a posição dos acessos.

O que muda é o planejamento do acesso

No posicionamento tradicional, os furinhos ficam na parte alta do abdome, à mostra com roupa de banho. Aqui, eles vão para a parte baixa, escondidos pelo biquíni ou pela roupa íntima: o caminho para quem precisa retirar a vesícula e não quer marcas à mostra.

Não é uma cirurgia estética: o cuidado com a marca é consequência do planejamento do acesso, não o objetivo. Quem opera é o cirurgião do aparelho digestivo, com a segurança da via biliar em primeiro lugar.

Três acessos da colecistectomia robótica posicionados na parte baixa do abdome, durante a cirurgia
Durante a cirurgia: os três acessos na parte baixa do abdome
Marcas dos três furinhos da cirurgia de vesícula na parte baixa do abdome, abaixo da linha do biquíni
No pós-operatório recente: as marcas abaixo da linha do biquíni. Registro de paciente do Dr. Fábio; cada caso tem a sua evolução

Nem todo caso permite esse posicionamento

Essa é a parte que precisa ser dita com clareza. Colecistite aguda, aderências de cirurgia abdominal anterior e anatomia difícil podem exigir o posicionamento convencional dos acessos, e essa decisão é tomada durante o ato cirúrgico, conforme o que o cirurgião encontra. A segurança define a posição dos furinhos, nunca o contrário. É assim que o Dr. Fábio apresenta a técnica na consulta, antes da cirurgia.

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Como a cirurgia é feita

Por via robótica, que é a primeira escolha aqui sempre que o caso permite, ou por videolaparoscopia, o padrão consagrado para a vesícula. Pequenas incisões, câmera de alta definição e o abdome fechado ao final da mesma anestesia. A diferença começa antes do corte: no planejamento de onde cada acesso vai ficar.

Etapa O que acontece Por que importa
Planejamento dos acessos Antes do corte, define-se onde cada furinho vai ficar. Quando o caso permite, os três acessos vão para a parte baixa do abdome: um no centro e um de cada lado, abaixo da linha do biquíni. As marcas ficam fora do campo de visão, escondidas pela roupa.
Acesso Incisões de poucos milímetros, sem corte grande. Com o planejamento estético do acesso, são três furinhos. Menos dor, marcas discretas e recuperação mais rápida.
Identificação segura As estruturas do pedículo biliar são expostas e conferidas antes de qualquer secção. É a etapa que protege o canal biliar principal.
Retirada A vesícula é separada do fígado e removida inteira, com os cálculos dentro. Resolve a causa, não só o sintoma.
Revisão Checagem final da via biliar e do leito hepático, com colangiografia quando há indicação. Nenhum cálculo esquecido no canal.

A via de acesso, a posição dos furinhos e os exames no ato são decisões do caso, tomadas na avaliação com ultrassom e exames de sangue e confirmadas durante a cirurgia. Colecistite em curso muda o plano e a urgência.

Dr. Fábio Faleiro ao lado do robô cirúrgico durante colecistectomia robótica
Dr. Fábio Faleiro em cirurgia robótica
Dr. Fábio Faleiro posicionando a ótica do robô cirúrgico
Ajuste da ótica do robô: o planejamento do acesso começa antes do corte
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Quando a vesícula precisa ser operada

Pedra na vesícula é um achado comum de ultrassom. O que define a cirurgia não é a pedra: é o comportamento dela. Estes são os cenários que trazem o paciente ao consultório:

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    A cólica biliar

    Dor forte na parte superior direita do abdome, em geral depois de refeição gordurosa, que pode durar horas e irradiar para as costas. É o sintoma clássico do cálculo.

  • 02

    Cálculo que já deu sintoma

    Depois da primeira crise, novas crises são a regra, não a exceção. Cálculo sintomático tem indicação de cirurgia.

  • 03

    Colecistite

    A inflamação aguda da vesícula: dor contínua, febre e sensibilidade no lado direito. É urgência e costuma entrar pelo pronto-socorro.

  • 04

    Pólipo com critério

    Pólipos maiores ou que crescem em exames seguidos têm indicação cirúrgica pelo risco que carregam ao longo do tempo.

  • 05

    Pancreatite biliar

    Quando o cálculo migra e obstrui, o pâncreas inflama. Quem já teve pancreatite por cálculo tem indicação de operar a vesícula.

  • 06

    Icterícia e coledocolitíase

    Pele amarelada, urina escura e exames alterados podem indicar cálculo no canal biliar, que exige tratamento específico antes ou junto da cirurgia.

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Como é a recuperação

A colecistectomia eletiva é uma das cirurgias de recuperação mais rápida do aparelho digestivo, e o posicionamento dos acessos abaixo da linha do biquíni não muda essa curva.

  1. Internação

    Alta em geral no mesmo dia ou na manhã seguinte, com orientação escrita e contato direto com a equipe.

  2. Primeiros dias

    Caminhada leve desde o primeiro dia, dieta progressiva e analgesia simples. A maior parte do desconforto é nos pontos das incisões e cede rápido.

  3. Primeira semana

    Em cerca de 5 a 7 dias, a maioria está totalmente recuperada e de volta à vida habitual, incluindo o trabalho. Sem esforço físico e sem carregar peso nesse período.

  4. Duas a quatro semanas

    Liberação progressiva para exercício, por etapas e confirmada em consulta.

  5. Alimentação

    Não existe dieta definitiva depois da vesícula: a gordura volta ao cardápio de forma gradual, conforme a tolerância de cada um.

Os prazos acima são a referência da rotina eletiva sem intercorrência. Colecistite operada na urgência tem outra curva, definida caso a caso.

Dr. Fábio Faleiro
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Quem conduz

Dr. Fábio Faleiro é cirurgião do aparelho digestivo e da parede abdominal, com atuação dedicada em cirurgia robótica. Atende em Goiânia e em São Paulo, e opera em hospitais de referência nas duas cidades.

Na cirurgia de vesícula, o cuidado estético está no planejamento do acesso, não numa cirurgia estética: são dezenas de casos operados com os furinhos na parte baixa do abdome. Quem opera é o cirurgião do aparelho digestivo, e a conduta é a mesma de sempre: operar quem tem indicação, explicar o que a cirurgia resolve e o que ela não resolve, e acompanhar de perto até a alta.

CRM-GO 15014 · RQE-GO 16301 · CRM-SP 236248 · RQE-SP 121835-1
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Onde você será atendida

A consulta acontece no consultório. A cirurgia acontece em hospital, definido na avaliação conforme o caso e a agenda cirúrgica.

Consultório principal

Lumini Privilège, Setor Marista

Alameda Coronel Eugênio Jardim, 153, Setor Marista, Goiânia, GO, 74175-100.

Unidade parceira

Akoya Clínica, Setor Bueno

Av. T-4, 1478, Ed. Absolut Business Style, Salas 183 a 185, Setor Bueno, Goiânia, GO, 74230-030. Atendimento em dias selecionados.

Hospitais

Onde as cirurgias são realizadas

Em Goiânia, no Einstein Marista e no MaterDei. Em São Paulo, no Hospital Nove de Julho e no Blanc Hospital. A definição do hospital é feita na avaliação, conforme o caso e a agenda cirúrgica.

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O que estão falando do Dr. Fábio Faleiro

EXCELENTE
★★★★★
Com base em 198 avaliações

J
Juliana

★★★★★

Minha experiência com toda a equipe tem sido maravilhosa desde o primeiro atendimento. Fui recebida com muito carinho, atenção e profissionalismo. O Dr. Fábio Faleiro e toda a equipe são extremamente atenciosos, prestativos e sempre dispostos a esclarecer cada dúvida, o que me deixou muito mais tranquila e confiante durante todo o processo.

K
Karina G.

★★★★★

Médico maravilhoso, encantador, muito humano, exerce a profissão dele incrivelmente bem, não tenho palavras pra descrever o quanto sou grata. E toda sua equipe maravilhosa, muito atenciosa com seus pacientes. Eu faria tudo de novo com eles, por toda segurança que me passaram…

D
Débora S.

★★★★★

Fui muito bem atendida na consulta. O médico foi atencioso, explicou tudo com clareza e me deixou bem à vontade para tirar dúvidas. Saí da consulta mais tranquila e confiante no tratamento. Recomendo!

R
Robert T.

★★★★★

Excelente atendimento, equipe super atenciosa.

J
Jhonn K.

★★★★★

Atendimento do Dr. Fábio é fantástico. Muito obrigado por tudo.

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Perguntas frequentes

Quando a pedra na vesícula precisa de cirurgia?

Quando já provocou sintoma: cólica biliar, colecistite, pancreatite ou icterícia. Cálculo que nunca deu sintoma é avaliado caso a caso, considerando tamanho, parede da vesícula e condições do paciente. A indicação é definida em consulta, com ultrassom e exames de sangue.

Pedra na vesícula some com remédio ou dieta?

Não. Dieta com menos gordura reduz as crises, mas não dissolve o cálculo, e os medicamentos dissolutivos têm papel muito restrito e alta recorrência. O tratamento definitivo do cálculo sintomático é a retirada da vesícula.

Onde ficam os cortes na colecistectomia robótica?

Quando o Dr. Fábio planeja os acessos pela linha do biquíni, são três furinhos na parte baixa do abdome: um no centro e um de cada lado, escondidos pela roupa de banho ou pela roupa íntima. No posicionamento convencional, as pequenas incisões ficam distribuídas na parte alta do abdome. A cirurgia aberta ficou reservada a situações específicas, como inflamações graves ou cirurgias abdominais prévias extensas.

Quanto tempo dura a cirurgia de vesícula?

A colecistectomia eletiva costuma durar entre 40 minutos e uma hora e meia, variando com a anatomia e o grau de inflamação. Colecistite aguda pode levar mais tempo.

A cirurgia de vesícula com acesso estético é tão segura quanto a convencional?

A cirurgia é a mesma colecistectomia, com as mesmas etapas de segurança: identificação das estruturas do pedículo biliar antes de qualquer secção e revisão da via biliar ao final. O que muda é a posição dos acessos, definida no planejamento. A recuperação é a mesma: em cerca de 5 a 7 dias, a maioria está de volta à vida habitual. Quando o caso não permite o posicionamento baixo, o cirurgião usa a posição convencional: a segurança define a posição dos furinhos, nunca o contrário.

Viver sem vesícula muda a digestão?

Para a grande maioria, não. A bile continua sendo produzida pelo fígado e chega ao intestino de forma contínua. Nas primeiras semanas parte das pessoas nota fezes mais soltas com refeições gordurosas, o que tende a se ajustar com o tempo.

Dá para fazer a cirurgia de vesícula sem cicatriz aparente?

As marcas existem, mas podem ficar fora do campo de visão. Na colecistectomia robótica com o acesso planejado pela linha do biquíni, os furinhos vão para a parte baixa do abdome e ficam escondidos pela roupa de banho ou pela roupa íntima. Nem todo caso permite esse posicionamento: colecistite aguda, aderências de cirurgia anterior e anatomia difícil podem exigir a posição convencional, e a decisão final é tomada durante a cirurgia, com a segurança em primeiro lugar.

E se a pedra estiver no canal biliar?

Cálculo no colédoco, a coledocolitíase, exige tratamento próprio, em geral por endoscopia antes ou depois da cirurgia, ou abordagem no mesmo ato quando há indicação. É uma das razões de a avaliação incluir exames de sangue e, quando preciso, ressonância das vias biliares.

A cirurgia de vesícula é coberta por convênio?

O atendimento aqui é exclusivamente particular, sem convênio em nenhuma situação. O orçamento do tratamento é apresentado depois da avaliação, quando a indicação e a via cirúrgica estão definidas.